A secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton tem revelado uma postura de busca de confronto e demonização de países considerados adversários às pretensões americanas que deixaria com inveja do ex-presidente americano George Bush ao republicano mais conservador.
Obama e Hillary fazem uma política conhecida no Brasil, muito corriqueira na polícia corrompida, que é chamada de “policial bom e policial mau”. Na prática, o policial mal assusta e ameaça e o policial bom minimiza e dá a saída mais fácil para a vítima e conveniente para os policiais.
Hillary morde e Obama assopra. Para sustentar a pose de estadista que prometeu mudanças, mas que não tem vontade nem força política para realizar, Obama usa Hillary para fazer o trabalho sujo utilizado para acalmar os conservadores reacionários sedentos por sangue e o lobby da industria de material bélico, que precisa de guerras para desovar suas produções.
Enquanto posa de líder que quer mudar o mundo, Obama autoriza Hillary a demonizar o Irã e a Coréia do norte, a meter o bedelho na Venezuela, a enviar frotas de navios de guerra para criar mais tensões em áreas que historicamente já são explosivas, a boicotar negociações que evitem conflitos maiores, a desrespeitar a diplomacia de países que não se alinhem automaticamente aos interesses americanos.
Obama é uma fraude, uma peça de propaganda enganosa que criou falsas esperanças no mundo todo. Acabou se saindo não muito diferente do seu antecessor que conseguiu a proeza de aumentar o ódio contra americanos no mundo inteiro, algo que não se imaginava ser possível.
Hillary é uma mulher perigosa, muito mais que Condoleezza Rice porque em suas feições podemos perceber uma fisionomia tensa, maquiavélica, cheia de ódio e ressentimento, de quem parece prestes a perder o controle emocional, diferente da Mrs. Rice, que apesar das maldades do Bush, sempre aparecia sorrindo.
Hillary convenceu Obama que estimulasse o Brasil a tentar negociar com o Irã. Acostumados a negociação na base da faca entre os dentes, onde o outro lado sempre tem que sair com o rabo entre as pernas, nunca passou pela cabeça dela que o presidente Lula, sem ter um arsenal bélico para intimidar, pudesse ter argumentos para convencer o Irã a caminhar pela trilha da negociação diplomática.
Acharam que fechadas as portas para o Brasil eles poderiam dizer que a única saída seria atravé de sanções, o primeiro passo para a invasão. Sim, porque nem o presidente nem a população iraniana vão aceitar negociar com a faca no peito. Com o sucesso da negociação que contou ainda com a ajuda da Turquia, os americanos viram sua estratégia principal ir para o espaço.
Ao perceber que perdeu, em vez de simplesmente se resignar a uma decisão do qual não tem ascendência e apoiar o óbvio, Hillary passou a se portar agressivamente, com arroubos diplomáticos contra países que só entraram na discussão para ajudar a encontrar uma saída pacífica, e que a princípio foi estimulada pelos próprios EUA, o que evidencia ao mundo que a opção pela solução negociada nunca foi desejada pelos americanos.
Nem Bush sustentou essa política de destruição de opiniões divergentes como faz Hillary, tanto que mesmo com a posição brasileira contra a invasão do Iraque, Bush e Condoleezza jamais se dirigiram desrespitosamente à diplomacia brasileira, pelo contrário, seu relacionamento com o Brasil sempre foi considerado muito bom.
Freud deve explicar essa agressividade irracional de Hillary. Talvez essa postura de exterminador do futuro possa ter sido estimulada por um trauma que atende pelo nome de Monica Lewinski. Monica é um “fantasma” que não se apaga. A paz mundial é quem vai pagar pelas escapadelas de Bill Clinton enquanto era presidente.
Em “homenagem” a nova senhora da guerra, Legião Urbana interpretando a Canção do Senhor da Guerra.









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